O Grupo Bandeirantes de Comunicação lançou campanha nacional – ‘A Band Não Se Cala’-, que combate o feminicídio. A âncora do Jornal da Band, Adriana Araújo, é a porta-voz, destacando dados alarmantes sobre a violência de gênero no país. O Brasil ocupa, atualmente, a quinta posição entre as nações com os maiores índices de assassinatos de mulheres no mundo. A ideia é evidenciar o contexto sombrio de dor, medo e solidão que as vítimas enfrentam. A conscientização de toda a população é fundamental para reverter essa realidade.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a cada 30 segundos uma mulher aciona a polícia em busca de socorro. Na internet, a procura por assuntos relacionados aos abusos domésticos também cresceu aproximadamente 30% nos últimos cinco anos (de 2020 a 2025), conforme levantamento divulgado pelo Google Trends.
A ação mobilizará as emissoras do conglomerado de mídia espalhadas pelo país. Os estados adaptarão a mensagem às características regionais para ampliar o impacto e o alcance perante a audiência. “Nós informamos os acontecimentos, não de uma maneira objetiva e fria, mas com a coragem de colocar o dedo na ferida ao expor os horrores que são cotidianos”, avalia Adriana.
Para diretora de Jornalismo Andressa Guaraná, diretora de jornalismo da Band, a empreitada amplia o compromisso social desempenhado pela empresa em pautas importantes. “Usaremos a força do Grupo Bandeirantes para dar visibilidade a esse tema urgente, promover o debate e incentivar boas práticas que contribuam para mudanças concretas”, conclui.
De 27 a 31 de julho, a BandNews FM exibe o especial ‘Maria da Penha – duas décadas, uma lei’, com apresentação de Michelle Trombelli, Renan Sukevicius e Carolina Ercolin. Serão cinco reportagens com depoimentos de vítimas, especialistas, ativistas e homens que por um longo período se mantiveram longe das discussões envolvendo a causa.
A campanha “A Band Não Se Cala” será multiplataforma e integrará uma série de diretrizes editoriais voltadas à promoção de debates de interesse público para fomentar a reflexão, fortalecer a rede de apoio às sobreviventes e estimular os cidadãos a assumirem um papel ativo na transformação desse panorama.






















